29 março, 2013

A nova VJ Pathy Dejesus estreia segunda no Top 10

Na próxima segunda-feira, dia 1º de abril, a nova VJ da MTV Brasil, Pathy Dejesus assume definitivamente o comando do clássico Top 10, a parada diária dos clipes mais votados pela audiência, ao vivo de segunda à quinta, às 18h.
Modelo, atriz e DJ, Pathy é paulistana, cresceu na zona norte de São Paulo e sempre foi uma mulher forte e decidida. Aos 20já estava formada em publicidade, mas preferiu seguir outros rumos, escolheu ser modelo, conheceu o mundo, desfilou para marcas importantes, estampou as principais revistas de moda eentrou na lista das mais sexies do mundo. Em 2005 resolveu trilhar outros caminhos, formou-se atriz e em pouco tempo já estava na televisão, com participações nas novelas “Belíssima” (Rede Globo), “Caminhos do Coração”, Os Mutantes”, “Promessas de Amor” (Record) e “Uma Rosa com Amor” e “Amor e Revolução” (SBT).
Hoje, aos 34 anos, ela brilha mais do que nunca, feliz de poder trabalhar com uma das coisas que mais gosta na vida, música: “A música é tudo na minha vida. É muito natural para mim, a primeira coisa que eu faço quando acordo, antes de pensar emescovar os dentes ou tomar café, é ligar o meu som. Ando com meu fone na bolsa, estou sempre ouvindo alguma coisa. E sempre foi assim. Meu pai era DJ, nos anos 70, lá em casa domingo era dia de colocar os vinis para fora e aumentar até o talo, minha mãe ficava louca, mas era a nossa tradição”, relembra.
Jorge Ben, Wilson Simonal, Elis Regina, Jair Rodrigues, Stevie Wonder, Michael Jackson sempre estiveram ali, em casa. Um pouco mais velha ela descobriu o rap, e ficou curiosa, querendo entender tudo aquilo, aquele discurso, aquele beat edescobriu que era muito mais do que música. Era movimento, política, protesto. E quando conheceu DJ Primo, lenda das pickups, com quem foi casada, outro mundo se abriu. ”Além do meu pai, o DJ Primo, sem dúvida, foi a minha maior influência einspiração musical. Ele me fez entender todo o processo. A linguagem política do rap sempre me fascinou, mas com ele eu entrei nesse mundo, fui ter contato com a agulha, estava lá nos bastidores, vivendo aquilo e isso faz toda a diferença. Ele sempre achou que eu tinha jeito para a coisa, mas ao mesmo tempo eu não conseguia nem bater palma no beat. Depois queele morreu eu fiquei muito tempo sem ouvir nada, até que um dia decidi colocar os discos para fora”, diz. E foi nesse dia que ela descobriu um dos maiores prazeres da sua vida, comandar a pick up. “É a minha terapia, se o meu dia for ruim, pode ter certeza que vou chegar em casa e tocar. Eu sou muito visceralquando toco, me entrego totalmente, e é incrível porque eu sinto que quanto mais você se doa nesse momento, mas amor você recebe de volta”, diz.
“Agora eu quero trazer toda essa energia boa, para a MTV. Quando eu menos esperava tudo isso aconteceu, estou muito feliz. Eu lembro quando a MTV chegou aqui no Brasil, foi um divisor de águas na minha vida. Sou da época da Sabrina, da Penélope, ser VJ era a coisa mais incrível do mundo. Há uns dez anos eu estava brincado de apresentar clipes em casa, hoje estou aqui, apaixonada pela ideia de ser eu mesma”.
Depois de passar definitivamente o comando do programa paraPathy, Didi vai se dedicar ao MTV Sem Vergonha, que em 2013 passou a ser diário, e ao Top 20, exibido às sextas, 18h.

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